Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2015

As raizes de José Batista Vaz Pereira

O MEU GRANDE AMOR, PELA MINHA TERRA NATAL, QUE TÃO MADRASTA ME TEM SIDO NA VIDA .. O Meu Grito de Poeta e a magia de escrever... Nasci no Peso da Covilhã, em 17 de Setembro de 1935, filho de José Vaz Pereira e Ana Batista. Sempre senti grande orgulho . pelos meus pais.Saí do Peso, com 23 anos de idade, no ano de 1958, com destino Lisboa, comigo trazia uma pequena mala mais cheia de mágoas do que de roupa... Deixei no Peso, lá de mim metade, os amigos de infância, a minha namorada, a sua boa gente, embora gente simples, mas, cheia de muita dignidade, andaram todos estes anos na meu pensamento. Paz às Suas Almas. " As Minhas Raízes " E com base nos conhecimentos do passado e nas experiências de uma vida, às vezes drasticamente afastada da realidade que nos rodeia. Fui escrevendo prosa e poesia simplesmente por paixão, por tudo o que é belo e, sempre cheio de esperança, num futuro melhor para o nosso Peso.... Nos meus tempos de criança/ corri os montes a fio,/ E sempre tive esperança/ ver a ponte sobre o rio.... Lamentos da minha vida/ de um poeta sozinho,/ E do final á partida/ seguiu o mesmo caminho.

 

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Para saber mais, clique na imagem abaixo e veja parte da sua obra sobre o Peso.

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“TAMBÉM EU NASCI NO ANO DE 1935, NO MEU BERÇO SERRANO DE PESO – COVILHÃ, DE QUE MUITO ME ORGULHO”

Tudo vale a pena se a alma não é pequena – já dizia Fernando Pessoa. E na cerimónia oficial, marcou também presença o poeta popular José Batista Vaz Pereira, que este ano celebra tantos anos quantos tem a Inatel. José Batista, que começou por ser sócio na década de 1950 (e até sabe de cor o seu número de associado), escreveu especialmente para a ocasião: “Para a festa ser festa/ o dia é bem diferente,/ com o Inatel em festa/ há festa dentro da gente.” Para uma plateia que o ouvia atentamente, recordou: “Também eu nasci no ano de 1935, no meu berço serrano de Peso – Covilhã, de que muito me orgulho. (…) Foi na FNAT, hoje Fundação Inatel que passei e continuo a passar os melhores dias da minha vida com a família e entre pessoas amigas.”
O octogenário, que já escreveu alguns poemas dedicados às férias que viveu na e com a Inatel, terminou o seu testemunho com estas palavras: “A festa é de todos mas aqui no Estádio 1.º de Maio, é da Fundação Inatel (…). Inatel com alegria a rodos/ tu vais dando o que tens,/ hoje estamos aqui todos/ p’ra te dar os parabéns…”

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publicado por Memórias às 17:50
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